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O frio e os problemas de coração



De acordo com uma notícia publicada recentemente no jornal online Ciência Hoje a exposição ao frio traz consequências negativas ao ser humano, nomeadamente no que se refere a problemas respiratórios e de coração e circulação.

Andar ao frio pode aumentar o risco de enfarte do miocárdio e também provocar vasoconstrição dos vasos sanguíneo das extremidades do corpo, como as mãos, o que por sua vez origina frieiras ou até mesmo esclerodermia.

"Contudo, no caso das frieiras, onde a circulação fica totalmente bloqueada, os tecidos podem ficar irreparavelmente danificados, mas as situações são raras e geralmente, os mais atingidos são os alpinistas e os esquiadores, que podem ficar bloqueados na neve durante longos períodos."
Soluções?

"Contrariamente àquilo que se pensa, beber álcool para aquecer não é uma boa opção. As bebidas alcoólicas diminuem a vigilância e impedem que o organismo se aperceba do frio e consequentemente de se defender contra este. Em casa, as baixas temperaturas também podem ter efeitos indirectos. Quando estamos gelados, menos queremos arejar a casa e mais germes se acumulam no interior. O excesso de calor dos aquecedores pode secar as mucosas respiratórias e aumentar as infecções.

Para maximizar a protecção, o ideal é usar agasalhos – um calçado espesso, meias quentes, luvas, cachecol e gorros ou chapéus para cobrir as orelhas e a cabeça – e evitar a dispersão térmica."

adaptado de Ciência Hoje

Olga Cação

Aneurismas da aorta torácica


Os aneurismas no segmento da aorta que percorre o tórax representam uma quarta parte de todos os casos de aneurismas aórticos. Numa forma particularmente frequente de aneurisma da aorta torácica, a aorta dilata-se a partir do ponto onde sai do coração. Esta dilatação causa um mau funcionamento da válvula que se encontra entre o coração e a aorta (válvula aórtica), permitindo que o sangue retroceda para o coração quando a válvula se fecha. Cerca de 50 % das pessoas com este problema têm a síndrome de Marfan ou uma variante da mesma. Nos outros 50 % não se encontra uma causa evidente, embora estas pessoas tenham com frequência hipertensão.

Aneurisma da aorta abdominal e reparação cirúrgica do mesmo



Aneurisma aortoilíaco e reparação cirúrgica

Sintomas

Os aneurismas da aorta torácica podem chegar a ser muito volumosos sem causar sintomas. Os sintomas são o resultado da pressão que a aorta dilatada exerce contra as estruturas vizinhas. Os sintomas típicos são dor (geralmente na parte superior das costas), tosse e sibilos. A pessoa afectada pode tossir com sangue devido à pressão ou à erosão da traqueia (canal que leva o ar aos pulmões) ou das vias respiratórias vizinhas. A pressão sobre o esófago, o canal que leva os alimentos ao estômago, pode dificultar a deglutição. Pode verificar-se rouquidão se for comprimido o nervo da caixa da voz (laringe). Pode também aparecer um conjunto de sintomas (síndroma de Horner) que consiste na contracção de uma pupila, pálpebra caída e sudação num lado da cara. As radiografias do tórax podem revelar um desvio da traqueia. Por último, a presença de pulsações anómalas na parede do tórax pode ser também indicativa de um aneurisma aórtico torácico.

Quando se produz a ruptura de um aneurisma aórtico torácico, habitualmente no início há uma dor muito intensa na parte superior das costas. Pode irradiar pelas costas abaixo e para o interior do abdómen à medida que a ruptura progride. A dor também se sente no peito e nos braços, simulando um ataque cardíaco.

Diagnóstico

O médico pode diagnosticar um aneurisma da aorta torácica a partir dos seus sintomas ou pode descobrir o aneurisma por casualidade durante uma investigação. Uma radiografia do tórax efectuada por outro motivo pode revelar a presença de um aneurisma. A TAC, a ressonância magnética ou a ecografia transesofágica são utilizadas para determinar o tamanho do aneurisma. A aortografia (uma das radiografias que se efectuam depois de injectar um produto de contraste que permite ver a silhueta do aneurisma) utiliza-se, geralmente, para determinar o tipo de cirurgia que deve efectuar-se, caso esta se torne necessária.

Tratamento

Se o aneurisma da aorta é de 7,5 cm de largura ou maior, pratica-se, habitualmente, uma reparação cirúrgica através de um enxerto sintético. Uma vez que a ruptura do aneurisma é mais provável nas pessoas com um síndroma de Marfan, nestes casos costuma aconselhar-se reparar cirurgicamente inclusive os aneurismas mais pequenos. O risco de morte durante a reparação dos aneurismas torácicos é elevado (cerca de 10 % a 15 %). Em consequência, costumam administrar-se fármacos, como betabloqueadores, para reduzir a frequência cardíaca e a pressão arterial e diminuir assim o risco de ruptura.


André

Aterosclerose


A aterosclerose é uma doença vascular na qual se verifica espessamento e perda de elasticidade da parede arterial.

É caracterizado pela formação de placas de gordura, formadas especialmente por colesterol, que diminuem o diâmetro e a elasticidade da artéria facilitando o rompimento da própria. A aterosclerose é uma doença que atinge o sistema circulatório trazendo prejuízo principalmente para o coração.


Quando essas placas de gordura se instalam nas artérias que se dirigem ao cérebro, pode ser provocado um acidente vascular cerebral (AVC) e se ocorrer nas artérias que se dirigem ao coração, pode ser provocado um enfarte do miocárdio. A aterosclerose pode-se formar também nas artérias que irrigam os rins e outros órgãos vitais causando ainda mais problemas.

O risco de ocorrer aterosclerose aumenta com a hipertensão arterial, colesterol alto, tabagismo, diabetes ou obesidade, falta de exercício, envelhecimento além do factor da hereditariedade.

Os homens apresentam maior risco que as mulheres.

Em geral, a aterosclerose não causa sintomas até haver um estreitamento significativo da artéria ou até provocar uma obstrução repentina, com consequências mais graves.

O tratamento para aterosclerose consiste em retirar as placas de gordura que estão presas nas paredes das artérias e curar as lesões que ficam no local. Isso pode ser conseguido através de cirurgia, cateterismo, angioplastia a laser e actividade física. Existem também alguns medicamentos.

A precaução é o melhor remédio, Ter uma alimentação correcta e praticar actividade física regularmente são as principais maneiras de diminuir a formação da aterosclerose.



Daniel Chaves

Doença de Von Hippel-Lindau (VHL)

Ainda que tradicionalmente se pensasse que a Doença de Von Hippel-Lindau (VHL) fosse muito rara, pesquisas recentes indicam que este síndroma, na verdade, não o é tanto assim. Milhares de pessoas podem estar a sofrer deste síndroma, sem o saber.

De forma simplificada, o VHL pode ser descrito como um defeito genético que permite que certos capilares sanguíneos cresçam de forma descontrolada. Os capilares, que são vasos sanguíneos pequenos, geralmente crescem de modo ramificado, formando uma estrutura arbórea. Em doentes com VHL, os capilares, ao crescerem, formam uma espécie de nódulo pequeno, constituído por capilares que se desenvolve num tumor. Dado que inicialmente se pensava que o VHL tivesse uma incidência muito baixa, é possível que um médico que esteja a tratar um paciente com VHL não saiba que o diagnóstico possa ser VHL.

Hipertensão Arterial

Como resposta à pergunta que foi lançada decidi mencionar a doença cardiovascular/cardíaca:

Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial é o aumento da pressão dentro das artérias acima dos valores de referência. Os valores considerados normais são de 120/70 mmHg.

Se o valor avaliado for superior a 140/90 mmHg durante dois ou três dias confirma-se o diagnóstico de hipertensão.


Esta doença é mais frequente nos idosos ou em pessoas com idade superior a 50 anos.

A pressão arterial é a força com que o coração bombeia o sangue dentro dos vasos sanguíneos.
É calculada pelo volume de sangue que sai do coração e pela resistência que circula no organismo.
A tensão pode aumentar ocasionalmente, nas seguintes circunstâncias:


i.Exercício físico;
ii.Nervosismo;
iii.Drogas;
iv.Alimentação;
v.Fumo;
vi.Álcool;
vii.Café;
viii.Preocupações.


Geralmente não dá sintomas ou são muito ligeiros e comuns a outras doenças como:

•Dor de cabeça;
•Tonturas;
•Enjoo;
•Vómitos;
•Cansaço;
•Falta de ar;
•Sangramento pelo nariz.


Numa hipertensão grave ou que se arrasta há algum tempo sem tratamento, além dos sintomas anteriores junta-se:

•Desassossego;
•A visão enevoada.


Os factores de risco no surgimento da doença em pessoas que tenham familiares próximos com a doença, são:


1.O stress;
2.Bebidas alcoólicas;
3.Obesidade;
4.Droga;
5.Alimentação (sal);
6.Pílula;
7.Medicamentos;
8.Falta de exercício físico.
Etc.

Se a tensão arterial não for controlada o doente tem maior risco de sofrer arterosclerose (obstrução de uma artéria por gorduras) e provocar:

a)AVC’s;
b)Problemas cardíacos (exemplo: enfarte);
c)Diminuição da visão devido a lesões na retina;
d)Insuficiência renal.




Cátia Pereira :D

Cardiomiopatia Hipertrófica

A cardiomiopatia hipertrófica pode afectar pessoas de todas as idades e ocorre quando o músculo cardíaco engrossa de maneira "anormal". Esse engrossamento acontece no ventrículo esquerdo. A cardiomiopatia hipertrófica pode ser obstrutiva ou não-obstrutiva. No tipo obstrutivo a parede (septo) que separa os lados direito e esquerdo do coração engrossa e salienta-se para o ventrículo esquerdo. Essa saliência bloqueia o fluxo de sangue para fora do ventrículo. Então, o ventrículo deve trabalhar mais fortemente para bombear sangue, de modo a que este passe pela tal obstrução e vá para o corpo.


Os principais sintomas são: excesso de tonturas, perdas de fôlego ou desmaio. A cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva também pode afectar a válvula bicúspide do coração, fazendo com que o sangue vaze de volta para a válvula.

Na cardiomiopatia hipertrófica não-obstrutiva o músculo engrossado não bloqueia o fluxo sanguíneo para fora do ventrículo, podendo ser considerada menos grave.

Algumas pessoas com cardiomiopatia hipertrófica não apresentam sintomas. Outras têm sintomas severos ou desenvolvem complicações como arritmia séria. Cardiomiopatia hipertrófica pode ser herdada de um gene mutante ou desenvolvida ao longo do tempo devido à pressão alta ou envelhecimento.

Muitas vezes a causa é desconhecida.

Com este vídeo pode ser que percebam melhor como "funciona" essa doença:


Mariana :)

Miocardite - uma doença desconhecida por muitas pessoas

Decidi falar-vos um pouco acerca da miocardite, visto que é uma doença que muitas pessoas desconhecessem, pelo simples facto de raramente se falar nela.

A miocardite é uma doença inflamatória do miocárdio (que é o músculo do coração). Pode estar relacionada com diversas causas, como: infecções, perturbações metabólicas ou ingestão de substâncias tóxicas, porém a origem mais comum desta doença é uma síndrome viral.

Alguns vírus apanhados por pessoas que tenham miocardite incluem gripe, herpes simples, varicela, hepatite, entre outros.

O quadro clínico de miocardite é variável mas pode apresentar-se como uma enfermidade não específica, caracterizada por fadiga e dispnéia moderada ou morte súbita.

A maioria de casos de miocardite é subclínica e o paciente nunca procura atenção médica durante a enfermidade aguda.

O intervalo de tempo típico entre o início da enfermidade viral e envolvimento cardíaco é de duas semanas.

Alguns sintomas da miocardite são: a febre, fadiga, dores musculares, dor de tórax e a taquipnéia.

A miocardite pode inclusivamente aparecer em pessoas que tenham angina de peito, batida anormal do coração e parada cardíaca congestiva.

Mariana :)

Como prevenir um AVC (Acidente Vascular Cerebral)



O número de novos casos de Acidentes Vasculares Cerebrais ronda os 150 por cem mil habitantes por ano, existindo variações consoante a região do país. Os números são preocupantes e é essencial estar alerta. A prevenção é mais fácil e positiva do que o tratamento.

O AVC manifesta-se de modo diferente em cada paciente, dependendo de muitos factores como por exemplo:

  • Área atingida;
  • Tipo de AVC (isquémico ou hemorrágico);
  • Causa geral do AVC;
  • Factores de risco presentes;
  • Estado geral de saúde do paciente

etc

Predomina nos seniores, sendo o envelhecimento uma das causas da sua ocorrência.

A Sociedade Portuguesa do AVC (SPAVC) considera-o como "uma catástrofe mundial, prevenível e tratável".


Para prevenir a ocorrência de um AVC, é fundamental corrigir ou controlar factores de risco tais como:

  • Hipertensão arterial;
  • Diabetes;
  • Tabagismo;
  • Combater a obesidade, o sedentarismo e a hipercolesterolemia.

Também se caracteriza por alguns tipos de:

  • Arritmias cardíacas ou estreitamentos provocados por placas ateroscleróticas nas artérias que irrigam o cérebro.

Para prevenir um AVC deve-se modificar o estilo de vida, tornando-o mais saudável e correcto, adoptando por exemplo os conselhos que se seguem:

·

  • Praticar exercício físico diário (pelo menos,30 minutos de marcha por dia), para manter o peso corporal, a mobilidade articular e a boa forma física, para além de ajudar a controlar a tensão arterial e as gorduras sanguíneas.
  • Reduzir o sal da alimentação para controlar a pressão arterial;
  • Corrigir o excesso de peso com uma dieta adequada sem gorduras;
  • Controlar os diabetes;
  • Acabar imediatamente com hábitos tabagistas;

(entre outros)

Sinais de alerta

  • Falta de força num membro ou de um lado do corpo;
  • Dor no meio do peito;
  • Boca de lado;
  • Alteração da linguagem (dificuldades na fala) e incapacidade de compreensão (não conseguir entender o que é dito);
  • Falta de ar;
  • Suor intenso;
  • Convulsões;
  • Palidez;
  • Dificuldade de movimentação, tonturas ou perda de coordenação e de balanço;
  • Perda de visão num olho ou em ambos;
  • Dor de cabeça súbita, seguida de vómitos, sonolência ou coma;
  • Perda de memória, confusão mental e dificuldades para executar tarefas habituais.

O que fazer?

Em caso de sentir algum destes sintomas, o próprio doente ou quem esteja a presenciar o sucedido deve ligar imediatamente para o 112, para ser imediatamente transportado para o hospital.

No caso de pacientes mais idosos, já acamados, é importante prestar atenção à sua capacidade habitual de movimentação dos membros e à quantidade e horário de sono, entre outros.

Sabia que…

Mesmo que estes sintomas durem apenas alguns minutos, por vezes menos de 10 minutos, desaparecendo espontaneamente em seguida, o doente deve proceder exactamente do mesmo modo, recorrendo a um serviço de urgência, pois pode ser este o "aviso" de que irá acontecer um AVC nos próximos dias, e um tratamento médico adequado pode evitar que o pior venha a acontecer.

Além de ser fundamental a prevenção primária, é importante não esquecer que, quem já teve um AVC, está em maior risco de desenvolver um segundo.

Um em cada seis sobreviventes terá um novo AVC em cada ano, podendo ser uma grande parte destas recorrências fatais ou incapacitantes.

Se quiserem acrescentar á minha informação, podem pesquisar sobre o que é um AVC e quais são as suas causas!!! Fica aqui o desafio :b


Marta Torres


Angina de Peito


Como resposta à pergunta que foi lançada decidi falar sobre uma das doenças que afecta o sistema cardíaco: a angina de peito.

A angina de peito é uma dor torácica transitória ou uma sensação de pressão que ocorre quando o miocárdio não recebe oxigénio suficiente.

Esta doença é devida à obstrução ou espasmos (contracções involuntária de um músculo, grupo de músculos ou órgão) das artérias coronárias (os vasos sanguíneos do coração).As doenças nas artérias coronárias, principal causa de angina, são devidas a aterosclerose nas artérias cardíacas (coronárias).

Ataques de angina que pioram ou que ocorrem durante o descanso e que duram mais de 15 minutos podem ser sintomas de angina instável ou mesmo de um infarto do miocárdio (conhecido por ataque cardíaco).

As pessoas que sofrem desta doença queixam-se de desconforto no peito e não de dor, habitualmente descrevem-no como pressão ou aperto, falta de ar, suores, asfixia, má disposição ou exaustão.

A dor de angina pode ser localizada principalmente no centro do peito, costas, pescoço, queixo ou ombros.
A angina é devida ao excesso de stress, esforço físico, uso de tabaco, esta doença é mais frequente quando as temperaturas tendem a descer( mais frias).
As pessoas obesas, fumadores, com colesterol ou tensão arterial alta têm mais probabilidade de ter esta doença.

Uma forma de prevenir esta doença é adquirir um estilo de vida saudável, pois é a melhor forma de manter o coração em bom estado. Pode melhorar a saúde deste através da manutenção de um peso saudável e fazendo exercício físico regular.




Catarina Barata






Arritmia Cardíaca

Respondendo ao "desafio" feito pela professora Olga, decidi pesquisar acerca da arritmia cardíaca.

A arritmia cardíaca é um problema na velocidade e no ritmo do batimento

cardíaco. Nestes casos o coração pode bater muito rápido, muito devagar, ou com um ritmo irregular.

Batimento muito rápido: Taquicardia

Batimento muito devagar: Bradicardia

A maioria das arritmias não causa danos. Contudo podem ser sérias e até ameaçar a vida. O coração de uma pessoa com arritmia cardíaca pode não ser capaz de bombear sangue suficiente para todo o corpo, o que acaba por criar danos em vários orgãos (cérebro, coração, entre outros).

A arritmia pode acontecer quando os sinais eléctricos que controlam os batimentos cardíacos ficam atrasados ou bloqueados. Isto pode ocorrer quando as células nervosas que produzem este sinal eléctrico não funcionam apropriadamente, ou quando estes não viajam correctamente pelo coração. O stress, tabaco, grande ingestão de álcool, exercício físico muito forte, drogas (cocaína, anfetaminas, etc.), alguns medicamentos e muita cafeína podem causar arritmia a algumas pessoas. Um ataque cardíaco, ou outros casos, que tenham danificado o sistema eléctrico do coração, também podem causar arritmia.

Muitas arritmias não dão sinais, mas quando os sintomas estão presentes podem ser:

  • Palpitações cardíacas (sensação de que o coração saltou uma batida ou que está a bater com muita força)
  • Batimento cardíaco lento.
  • Batimento cardíaco irregular.
  • Sensação de pausa entre os batimentos cardíacos.
  • Ansiedade.
  • Fraqueza.
  • Dor de cabeça.
  • Transpiração.
  • Falta de fôlego.
  • Dor no peito.
Deixo aqui uma pequena animação que explica tudo o que acabei de referir!



Mónica :D

Enfartes

Respondendo à pergunta que foi proposta na outra mensagem, eu vou falar dos enfartes porque são uma das doenças cardíacas que mais mortes provocam.

Um enfarte ocorre quando uma porção de células que constituem o miocárdio morre por falta de irrigação.

Esta por sua vez é provocada porque uma artéria coronária, que tem o papel de irrigar o miocárdio fica bloqueada por aterosclerose (vou deixar um pequeno desafio aos meus colegas para descobrirem do que se trata) ou formação de coágulos.

Resumindo, uma parte do miocárdio deixa de receber sangue, de onde vem o oxigénio originando a morte dessas células.

Os sintomas de um enfarte podem variar e são dor e/ou sensação de aperto no peito, através do esterno, que pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço, maxilar e até costas.

O tempo em que ocorre varia entre os 20 min. e várias horas, podendo ainda ocorrer náuseas, vómitos, dificuldades respiratórias, perca de consciência e até morte.

Os infartes podem ser evitados praticando exercício físico regular e praticando uma alimentação saudável.

Agora deixo uma pequena animação que explica tudo:


Carolina Gomes

Primeiro transplante de coração permanente

As doenças cardiacas são as principais causas de mortalidade nos países desenvolvidos.
Podem ocorrer em consquência de defeitos congénitos, infecções, estreitamento das artérias coronárias e hipertensão.

Recentemente, um rapaz de 15 anos, com Distrofia Muscular de Duchenne foi sujeito ao primeiro transplante de coração artificial permanente.


"A grande novidade é o facto de este implante ser permanente e não temporário, como era habitual. Os especialistas da cirurgia cardíaca, dirigida por Antonio Amodeo, explicaram que o coração artificial temporário é utilizado habitualmente para ajudar os doentes à espera do órgão compatível para um transplante.
O coração artificial utilizado tem quatro centímetros de comprimento e 400 gramas. É uma bomba hidráulica activada electricamente, implantada no tórax para evitar riscos de infecção. O fornecimento de energia do aparelho acontece através de um contacto colocado atrás da orelha esquerda do adolescente, ligada à bateria que o paciente usa na cintura."
in "Ciência Hoje, 7-10-2010"

Podes ler com atenção aqui.

Que outras doenças afectam o sistema cardíaco? Como se caracterizam?

Coração

Vamos começar pelo coração:

Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração,
e também a Bondade,
e a Sinceridade,
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração
Então poderia dizer-vos:
"Meus amados irmãos,
falo-vos do coração",
ou então:
"com o coração nas mãos".

Mas o meu coração é como o dos compêndios
Tem duas válvulas ( a tricúspide e a mitral)
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos).
O sangue a circular contrai-os e distende-os
segundo a obrigação das leis dos movimentos.

Por vezes acontece
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados
e uma lâmina baça e agreste, que endurece
a luz nos olhos em bisel cortados.
Parece então que o coração estremece.
Mas não.
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático,
que esse vento que sopra e ateia os incêndios,
é coisa do simpático.
Vem tudo nos compêndios.

Então meninos!
Vamos à lição!
Em quantas partes se divide o coração?

António Gedeão