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Bronquiolite

Bronquiolite:

O que é?

A bronquiolite é uma doença que se caracteriza por uma inflamação nos bronquíolos e que, geralmente, é causada por uma infecção viral (infecção originada por um vírus.

O ar entra pelo nariz, vai para a faringe, chega até a laringe e, já no pescoço, desce pela traquéia.

Dentro do tórax, a traquéia divide-se em dois tubos chamados brônquios. Cada brônquio, no trajecto dentro do pulmão, vai se ramificando e tornando-se cada vez mais estreito. A estas ramificações, que espalham o ar nos pulmões chamamos de bronquíolos.

Na bronquiolite, após ocorrer o dano nos bronquíolos, um processo de cicatrização começa a ocorrer.

Ao se reparar o dano pode-se ter um percurso muito variável. Pode levar à diminuição dos bronquíolos. Os alvéolos, que estão perto dos bronquíolos, são quase sempre afectados. Eles são responsáveis pela troca dos gases - entra o oxigênio e sai o dióxido de carbono.

Existem várias causas para a bronquiolite, como por exemplo:

-Danos pela inalação de poeiras,
-Fogo,
-Gases Tóxicos,
-Cocaína,
-Tabagismo,
-Reações induzidas por medicações,
-Infecções respiratórias.

A bronquiolite, após infecções respiratórias é a situação mais frequente e verifica-se mais nas crianças pequenas. Normalmente, afecta crianças até dois anos de idade, sendo que a maioria dos casos ocorre entre 3 e 6 meses.

O vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal microorganismo nesta doença. Este pode causar infecções pulmonares também em adultos saudáveis. Estas infecções costumam ser leves, mas, em crianças ou pessoas com fraqueza do sistema de defesa do organismo, podem ser graves. Contudo, a taxa de mortalidade desta doença diminuiu significativamente na última década.

Como se desenvolve?

O vírus sincicial respiratório (VSR) pode causar infecção no nariz, garganta, traquéia, bronquíolos e pulmões.
A infecção pelo VSR, tipicamente, causa sintomas leves como os da gripe em adultos e crianças maiores. Já nas crianças com menos de um ano, o VSR pode causar pneumonia ou uma infecção frequente na infância: a bronquiolite.
O vírus sincicial respiratório é muito contagioso por meio do contacto das secreções contaminadas do doente com os olhos, nariz ou boca da pessoa sã. O doente, ao levar a sua mão à boca, nariz ou olhos, acaba contaminando as suas mãos e, ao tocar em outras pessoas, a doença espalha-se.
A pessoa sã também pode infectar-se ao respirar num ambiente onde um doente, ao tossir, falar ou espirrar, deixou gotículas contaminadas com o vírus dispersos no ar.

A bronquiolite é uma doença sazonal – é mais frequente nos meses de outono e inverno.

Entre os factores de risco para o desenvolvimento da doença, podemos encontrar os seguintes:

-Ter menos que 6 meses de idade;
-Exposição ao fumo do cigarro;
-Viver em ambientes com muitas pessoas;
-Prematuridade – nascimento antes de completar 37 semanas de gestação;
-Criança que não amamentou.

Sintomas:

Os sintomas mais comuns da doença são:

-Tosse intensa;
-Febre baixa;
-Dificuldade para respirar - incluindo chiado no peito, Movimentos respiratórios rápidos ou, até mesmo, apnéia;
-Vómitos (nas crianças pequenas);
-Irritabilidade;
-Diminuição do apetite;
-Cianose - é a coloração azulada da pele que costuma aparecer em torno da boca e na ponta dos dedos, quando a dificuldade respiratória é grave;
-Dor de ouvido (nas crianças)
-Olhos avermelhados por uma inflamação conhecida como conjuntivite;
-Batimento de asas do nariz – movimento das narinas, que ocorre em situações de dificuldade respiratória nas crianças pequenas.

Como se trata?

Adultos e jovens com infecção pelo VSR geralmente não precisam de tratamento, basta tomarem medicação para alívio dos sintomas.
Contudo, nenhuma medicação tem se mostrado realmente eficaz para mudar a evolução de uma bronquiolite por VSR.
Crianças pequenas podem necessitar de internamento no hospital para tratamento e acompanhamento da doença. O tratamento é de suporte, utilizando oxigénio. Há a possibilidade de se usar a adrenalina por inalação com bons resultados. Broncodilatadores (que podem facilitar a entrada e a saída do ar dos pulmões) e corticóides (potentes anti-inflamatórios) podem ser usados na tentativa de melhorar a situação.
Casos graves em crianças pequenas podem evoluir para insuficiência respiratória e requerer ventilação mecânica, onde um aparelho ajuda a manter a respiração da criança. Estas crianças poderão receber também um medicamento que combate o vírus: a ribavarina.
Normalmente, os sintomas da doença desaparecem dentro de uma semana e a dificuldade na respiração melhora em torno do terceiro dia.
Contudo, um grande número de crianças, depois de uma provável crise de bronquiolite por VSR, continuam com chiado no peito intermitente assim como ocorre na asma. Esta é chamada de sibilância recorrente pós-bronquiolite. É uma situação problemática que necessita da ajuda do seu médico.

Como se previne?

Evitar contato com as pessoas doentes poderá prevenir alguns casos, já que sabemos que a infecção por este vírus, algumas vezes, ocorre de forma epidêmica em comunidades.
A lavagem frequente das mãos também ajuda a prevenir novos casos da doença.
As crianças que frequentam creches enfrentam um risco maior devido ao contacto com outras crianças infectadas.
A maioria dos casos de infecção pelo VSR não tem como ser prevenida. Até o momento, não existem vacinas disponíveis. Contudo, existem medicações – como a imunoglobulina anti-VSR - que podem ser utilizadas naquelas crianças com grande risco de desenvolver tal doença.



Cátia Pereira









Bronquite

Bronquite


Bronquite é a inflamação dos brônquios, canais pelos quais o ar chega até os alvéolos. Existem dois tipos, a bronquite aguda, que geralmente é causada por vírus ou bactérias e que dura diversos dias até semanas, e a bronquite crónica com duração de anos, não necessariamente causada por uma infecção, e geralmente faz parte de uma síndrome chamada DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica).

A bronquite aguda ou cronica é caracterizada por tosse e expectoração (que expulsa, por meio da tosse, secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões) e sintomas relacionados à obstrução das vias aéreas pela inflamação e pelo expectorado, como dificuldade de respiração e chiados. O tratamento pode ser realizado com antibióticos, bronco-dilatores, entre outros.

Sinais e sintomas

  • Tosse;
  • Expectoração;
  • Falta de ar;
  • Sibilância;
  • Cianose;
  • Inchaço nas extremidades do corpo graças à piora do trabalho cardíaco;
  • Febre quando a bronquite crónica estiver associada à uma infecção respiratória;
  • Cansaço;
  • Falta de apetite;
  • Catarro mucóide (na maioria das vezes muco claro ou branco, purulento se tiver alguma infecção).

Diagnóstico

Examinando o doente, o médico pode notar roncos e outras alterações na auscultação do tórax com o estetoscópio. A história clínica irá definir se o caso é agudo ou crónico. O médico poderá também solicitar exames complementares, tais como:

  • Radiografia do tórax para concluir se a doença se agravou para pneumonia.
  • Exame do escarro para a identificação do germe envolvido.
  • Análise do sangue poderão identificar que sinalizem infecção viral ou bacteriana.
  • Espirometria, que mede a capacidade e função pulmonar.

Tratamento

Para começar o tratamento, é importante eliminar o cigarro (obviamente quando o doente é fumador), e repousar para evitar respirar em ambientes de gás tóxico e poluição. Para quem já tem a doença há um tempo considerável, deixar o fumo não vai fazer com que a doença regrida, mas desacelerará o seu avanço.

Agentes Muco-líticos e Fluídificantes diminuem a viscosidade do catarro e assim evitam que com a secagem da secreção forme obstruções nos brônquios. Com a diminuição da viscosidade da secreção, as vias respiratórias ficam menos congestionadas, e assim há uma melhora significante da respiração.

Exercícios da terapia de reabilitação fazem com que o paciente seja capaz de utilizar a sua energia melhor ou de uma forma em que haja menor gasto de oxigénio.

A oxigeno-terapia (uso de oxigénio em casa), quando necessária, também pode melhorar os sintomas, além de aumentar a expectativa de vida.

Corticóides (medicamentos utilizados para controlar a inflamação crónica dos brônquios) minimizam os sintomas.

Além disso, antibióticos ajudam muito nos casos de exacerbação da doença, quando resultam de uma infecção bacteriana nos brônquios.

Hipertensão pulmonar










A hipertensão pulmonar (uma pressão do sangue nos pulmões elevada) é uma alteração pela qual os vasos sanguíneos que se encontram nos pulmões do recém-nascido se contraem e limitam gravemente a circulação sanguínea no seu interior. Em consequência, os valores de oxigénio no sangue diminuem de maneira alarmante e a doença pode pôr em perigo a vida do bebé.



O sangue do bebé não necessita circular através dos pulmões para ser oxigenado visto que o feto não respira ar. Por isso, grande parte do seu sangue passa directamente do lado direito do coração para o lado esquerdo através de uma comunicação entre as aurículas (forâmen oval). A maior parte do sangue que continua através do lado direito do coração passa da artéria pulmonar à aorta através de um vaso sanguíneo que as une (ductus arteriosus). Só uma pequena fracção de sangue do lado direiro do coração atravessa os pulmões. No momento do nascimento, o forâmen oval e o ductus arteriosus normalmente fecham-se e o sangue do lado direito do coração flui através dos pulmões. No entanto, em alguns bebés recém-nascidos os vasos sanguíneos que se encontram nos pulmões contraem-se e então o forâmen oval permanece aberto, o que pode também seceder com o ductus arteriosus. Quando isto acontece, a maior parte do sangue bombeado pelo lado direito do coração não passará pelos pulmões (como acontece normalmente no feto), dando lugar a níveis muito baixos de oxigénio no sangue.


A hipertensão pulmonar apresenta-se mais frequentemente em crianças pós-maturas ou naquelas cujas mães ingeriram grandes doses de aspirina ou indometacina durante a gravidez. Com frequência surge em crianças que padecem outras doenças pulmonares, como a síndroma de aspiração de mecónio ou pneumonia, mas também pode desenvolver-se em crianças cujos pulmões não apresentam nenhuma outra anomalia.

Tratamento

Uma criança com hipertensão pulmonar costuma ser colocada num ambiente que contenha oxigénio a 100 %, regra geral, ligado a um respirador artificial. Pode administrar-se-lhe bicabornato de sódio por via endovenosa. Ambos os tratamentos facilitam a dilatação (abertura) dos vasos sanguíneos que se encontram nos pulmões. Talvez seja necessário manter a pressão do sangue do resto do corpo da criança com líquidos ou medicamentos; caso contrário, a baixa pressão do sangue no resto do corpo ocasionará um menor fluxo sanguíneo nos pulmões porque aumentará a passagem de sangue do lado direito ao esquerdo do coração.

Nas crianças mais gravemente doentes é possível utilizar uma técnica conhecida pelo nome de oxigenação através de uma membrana extracorpórea, até que se resolva a hipertensão pulmonar. Por meio desta técnica faz-se circular o sangue da criança através de uma máquina cardiopulmonar (membrana oxigenadora) que lhe acrescenta oxigénio e lhe retira dióxido de carbono; o sangue assim oxigenado regressa à criança. Está em investigação um novo tratamento pelo qual se faz respirar à criança uma concentração muito baixa de óxido nítrico, que dilata os vasos sanguíneos dos pulmões.

Filipa :D



Alzheimer


O Alzheimer é a forma mais comum de demência senil. Está normalmente associado com uma perda lenta e progressiva das células nervosas e dos contactos das células nervosas. O início da doença é insidioso e os primeiros sintomas que se manifestam são os problemas de memória e de orientação.

Á medida que a doença progride, as faculdades mentais dos que padecem desta doença deterioram e, após alguns anos, os pacientes necessitam de ajuda para realizar as tarefas quotidianas, deixando mesmo de poder viver sozinhos. Um aspecto particularmente perturbador desta etapa da doença para a família e amigos, é o facto de frequentemente o paciente não reconhecer familiares/amigos próximos e mesmo o cônjuge. Os pacientes com Alzheimer também perdem a sua personalidade gradualmente.

Não se conhece a causa do Alzheimer, embora os pacientes com esta doença demonstrem alterações microscópicas típicas: Depósitos extracelulares de proteínas, chamadas placas amilóides, e agregações de proteínas fibrosas intracelulares, chamadas laminárias neurofibrilares. É quase impossível curar o Alzheimer porque as células nervosas mortas não podem regenerar.


A sua cura:

Alguns especialista estão a testar uma nova droga que poderá ter a capacidade de reverter todos os sintomas da doença de Alzheimer em apenas alguns minutos. Cientistas ingleses dizem que é ainda cedo para que se possam tirar grandes conclusões, uma vez que os testes somente foram feitos num reduzido número de portadores da doença, e não podem ainda ser generalizados ou encarados como uma cura de facto eficiente.




Ass: Filipa Carvalho

Tuberculose

Em todo o Mundo, morrem mais pessoas de Tuberculose do que de qualquer outra doença infecciosa durável. A doença mata, aproximadamente, dois milhões de pessoas por ano, 98% das quais em países em desenvolvimento.

Um terço da população mundial encontra-se infectado pelo bacilo da tuberculose (bacilo de Koch). Felizmente, as oportunidades de cura atingem os 95%!


Aprofundando a doença…

A Tuberculose é uma infecção causada pela bactéria "Mycobacterium tuberculosis" que se instala geralmente nos pulmões. Os alvéolos pulmonares inflamam-se e sofrem uma morte celular. Essa região é circundada por um tecido fibroso que limita e isola o foco infeccioso. De um modo geral, as lesões de uma primeira infecção tuberculosa regridem espontaneamente.



Quais são os sintomas?

Os sintomas da tuberculose pulmonar são, principalmente, febre elevada, existência e persistência de suores nocturnos, fraqueza e perda de apetite e peso, lenta e progressiva.



Qual a prevenção a ter em conta?

O tratamento é feito à base de antibióticos. A prevenção consiste em evitar o convívio com pessoas doentes e só consumir leite pasteurizado ou adequadamente fervido, pois a bactéria pode estar presente no leite.

Pedro Sousa

Aneurismas da aorta torácica


Os aneurismas no segmento da aorta que percorre o tórax representam uma quarta parte de todos os casos de aneurismas aórticos. Numa forma particularmente frequente de aneurisma da aorta torácica, a aorta dilata-se a partir do ponto onde sai do coração. Esta dilatação causa um mau funcionamento da válvula que se encontra entre o coração e a aorta (válvula aórtica), permitindo que o sangue retroceda para o coração quando a válvula se fecha. Cerca de 50 % das pessoas com este problema têm a síndrome de Marfan ou uma variante da mesma. Nos outros 50 % não se encontra uma causa evidente, embora estas pessoas tenham com frequência hipertensão.

Aneurisma da aorta abdominal e reparação cirúrgica do mesmo



Aneurisma aortoilíaco e reparação cirúrgica

Sintomas

Os aneurismas da aorta torácica podem chegar a ser muito volumosos sem causar sintomas. Os sintomas são o resultado da pressão que a aorta dilatada exerce contra as estruturas vizinhas. Os sintomas típicos são dor (geralmente na parte superior das costas), tosse e sibilos. A pessoa afectada pode tossir com sangue devido à pressão ou à erosão da traqueia (canal que leva o ar aos pulmões) ou das vias respiratórias vizinhas. A pressão sobre o esófago, o canal que leva os alimentos ao estômago, pode dificultar a deglutição. Pode verificar-se rouquidão se for comprimido o nervo da caixa da voz (laringe). Pode também aparecer um conjunto de sintomas (síndroma de Horner) que consiste na contracção de uma pupila, pálpebra caída e sudação num lado da cara. As radiografias do tórax podem revelar um desvio da traqueia. Por último, a presença de pulsações anómalas na parede do tórax pode ser também indicativa de um aneurisma aórtico torácico.

Quando se produz a ruptura de um aneurisma aórtico torácico, habitualmente no início há uma dor muito intensa na parte superior das costas. Pode irradiar pelas costas abaixo e para o interior do abdómen à medida que a ruptura progride. A dor também se sente no peito e nos braços, simulando um ataque cardíaco.

Diagnóstico

O médico pode diagnosticar um aneurisma da aorta torácica a partir dos seus sintomas ou pode descobrir o aneurisma por casualidade durante uma investigação. Uma radiografia do tórax efectuada por outro motivo pode revelar a presença de um aneurisma. A TAC, a ressonância magnética ou a ecografia transesofágica são utilizadas para determinar o tamanho do aneurisma. A aortografia (uma das radiografias que se efectuam depois de injectar um produto de contraste que permite ver a silhueta do aneurisma) utiliza-se, geralmente, para determinar o tipo de cirurgia que deve efectuar-se, caso esta se torne necessária.

Tratamento

Se o aneurisma da aorta é de 7,5 cm de largura ou maior, pratica-se, habitualmente, uma reparação cirúrgica através de um enxerto sintético. Uma vez que a ruptura do aneurisma é mais provável nas pessoas com um síndroma de Marfan, nestes casos costuma aconselhar-se reparar cirurgicamente inclusive os aneurismas mais pequenos. O risco de morte durante a reparação dos aneurismas torácicos é elevado (cerca de 10 % a 15 %). Em consequência, costumam administrar-se fármacos, como betabloqueadores, para reduzir a frequência cardíaca e a pressão arterial e diminuir assim o risco de ruptura.


André

Colesterol Elevado

Em Portugal, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 40% das mortes. O principal culpado é o colesterol, quando se encontra com níveis elevados no sangue. Como tal, é importante agir enquanto ainda é cedo e tomar as medidas apropriadas para se ter uma vida o mais saudável possível.

Tal como mencionado acima, o colesterol elevado é uma das doenças que afecta o sistema cardiovascular, mas do que se trata ao certo?

O que é o colesterol?

O colesterol é indispensável ao organismo, sem ele muitas funções do organismo não se poderiam efectuar. Encontra-se no sangue em todas as membranas do nosso corpo e é produzido principalmente no fígado. Uma outra fonte desta gordura é a alimentar, encontrando-se mais nas carnes vermelhas, manteiga, queijo, entre outros. No entanto, em excesso pode ser fatal. Mais de 50% dos portugueses têm-no elevado!


Como medir o colesterol?

Através de aparelhos portáteis é possível fazer o teste, analisando uma pequena gota de sangue recolhida do dedo. É essencial obter ajuda médica caso se apresente um elevado nível de colesterol.


Como combater/evitar o colesterol elevado?

As principais medidas são as seguintes:

  • Mudança nos hábitos alimentares (dieta com baixo teor de gorduras como as carnes magras, frutas e vegetais frescos, leite e derivados desnatados, …);
  • Não fumar;
  • Praticar regularmente exercício físico.

Pedro Sousa

Doença de Von Hippel-Lindau (VHL)

Ainda que tradicionalmente se pensasse que a Doença de Von Hippel-Lindau (VHL) fosse muito rara, pesquisas recentes indicam que este síndroma, na verdade, não o é tanto assim. Milhares de pessoas podem estar a sofrer deste síndroma, sem o saber.

De forma simplificada, o VHL pode ser descrito como um defeito genético que permite que certos capilares sanguíneos cresçam de forma descontrolada. Os capilares, que são vasos sanguíneos pequenos, geralmente crescem de modo ramificado, formando uma estrutura arbórea. Em doentes com VHL, os capilares, ao crescerem, formam uma espécie de nódulo pequeno, constituído por capilares que se desenvolve num tumor. Dado que inicialmente se pensava que o VHL tivesse uma incidência muito baixa, é possível que um médico que esteja a tratar um paciente com VHL não saiba que o diagnóstico possa ser VHL.

Hipertensão Arterial

Como resposta à pergunta que foi lançada decidi mencionar a doença cardiovascular/cardíaca:

Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial é o aumento da pressão dentro das artérias acima dos valores de referência. Os valores considerados normais são de 120/70 mmHg.

Se o valor avaliado for superior a 140/90 mmHg durante dois ou três dias confirma-se o diagnóstico de hipertensão.


Esta doença é mais frequente nos idosos ou em pessoas com idade superior a 50 anos.

A pressão arterial é a força com que o coração bombeia o sangue dentro dos vasos sanguíneos.
É calculada pelo volume de sangue que sai do coração e pela resistência que circula no organismo.
A tensão pode aumentar ocasionalmente, nas seguintes circunstâncias:


i.Exercício físico;
ii.Nervosismo;
iii.Drogas;
iv.Alimentação;
v.Fumo;
vi.Álcool;
vii.Café;
viii.Preocupações.


Geralmente não dá sintomas ou são muito ligeiros e comuns a outras doenças como:

•Dor de cabeça;
•Tonturas;
•Enjoo;
•Vómitos;
•Cansaço;
•Falta de ar;
•Sangramento pelo nariz.


Numa hipertensão grave ou que se arrasta há algum tempo sem tratamento, além dos sintomas anteriores junta-se:

•Desassossego;
•A visão enevoada.


Os factores de risco no surgimento da doença em pessoas que tenham familiares próximos com a doença, são:


1.O stress;
2.Bebidas alcoólicas;
3.Obesidade;
4.Droga;
5.Alimentação (sal);
6.Pílula;
7.Medicamentos;
8.Falta de exercício físico.
Etc.

Se a tensão arterial não for controlada o doente tem maior risco de sofrer arterosclerose (obstrução de uma artéria por gorduras) e provocar:

a)AVC’s;
b)Problemas cardíacos (exemplo: enfarte);
c)Diminuição da visão devido a lesões na retina;
d)Insuficiência renal.




Cátia Pereira :D

Angina de Peito


Como resposta à pergunta que foi lançada decidi falar sobre uma das doenças que afecta o sistema cardíaco: a angina de peito.

A angina de peito é uma dor torácica transitória ou uma sensação de pressão que ocorre quando o miocárdio não recebe oxigénio suficiente.

Esta doença é devida à obstrução ou espasmos (contracções involuntária de um músculo, grupo de músculos ou órgão) das artérias coronárias (os vasos sanguíneos do coração).As doenças nas artérias coronárias, principal causa de angina, são devidas a aterosclerose nas artérias cardíacas (coronárias).

Ataques de angina que pioram ou que ocorrem durante o descanso e que duram mais de 15 minutos podem ser sintomas de angina instável ou mesmo de um infarto do miocárdio (conhecido por ataque cardíaco).

As pessoas que sofrem desta doença queixam-se de desconforto no peito e não de dor, habitualmente descrevem-no como pressão ou aperto, falta de ar, suores, asfixia, má disposição ou exaustão.

A dor de angina pode ser localizada principalmente no centro do peito, costas, pescoço, queixo ou ombros.
A angina é devida ao excesso de stress, esforço físico, uso de tabaco, esta doença é mais frequente quando as temperaturas tendem a descer( mais frias).
As pessoas obesas, fumadores, com colesterol ou tensão arterial alta têm mais probabilidade de ter esta doença.

Uma forma de prevenir esta doença é adquirir um estilo de vida saudável, pois é a melhor forma de manter o coração em bom estado. Pode melhorar a saúde deste através da manutenção de um peso saudável e fazendo exercício físico regular.




Catarina Barata